Seja bem-vindo à primeira newsletter que transforma os posts mais virais e lucrativos do LinkedIn em Prompts de IA. Contém doses elevadas de storytelling.

Para escrever essa edição, analisei 171 posts e selecionei os 2 que mais viralizaram e converteram. Nas próximas linhas, você vai descobrir:

→ Como o Steven Bartlett dobrou as médias de reações, comentários e compartilhamentos… ao mesmo tempo… só por compartilhar uma opinião.

→ A lição da Nespresso com o George Clooney para você aprimorar sua construção de marca.

→ Como a Mansi Jain gerou 1.596 comentários com leads qualificados ao mostrar uma simples imagem de comparação.

E se você caiu de paraquedas por aqui, a proposta dessa newsletter é escalar sua construção de audiência no LinkedIn com Prompts de IA validados.

Meta: mais dinheiro, menos esforço.

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Analisei os últimos 144 posts do Steven Bartlett até me deparar com um que dobrou todas as métricas ao usar dados do Financial Times para argumentar que o humano imperfeito vai valer mais do que o conteúdo de IA perfeito.

Em números, a média dos posts do Steven é de 5.950 reações, 582 comentários e 256 compartilhamentos. Esse post dobrou todas as médias.

  • 12.335 reações (razão de 2,07x).

  • 1.443 comentários (razão de 2,48x).

  • 534 compartilhamentos (razão de 2,09x).

Ele abre o post com uma atualização e uma opinião: ele fez uma entrevista para um jornal londrino, e nessa era dominada por IA, resolveu apostar em humanos.

Esse gancho funciona porque o Steven, fundador e host de um dos maiores podcasts do mundo, promete contar sua opinião sobre o papel das pessoas nessa revolução.

As imagens do post mostram o ensaio fotográfico do jornal:

Aparecer em capas de revista é incrível para demonstrar autoridade, mas essa colagem editorial também reforça que o Steven vai compartilhar uma opinião com produção jornalística envolvida.

E agora que o gancho textual e visual estão na mesa, Steven começa a explicar sua tese com um diagnóstico do que todos temos visto nas redes:

Se a audiência tem um nível mínimo de adoção de IA e acompanha as redes sociais, é inevitável concordar com os argumentos do Steven.

O leitor acena a cabeça, talvez até sem perceber.

Então, ele avança na tese:

Se ele começou diagnosticando o problema, agora ele está entregando a brecha de oportunidade e fundamento por trás da sua aposta nas pessoas.

É o ser humano que gera conexão.

Pense nas cápsulas de café da Nespresso: é um processo automatizado e replicável por concorrentes que tenham dinheiro e acesso à tecnologia certa… mas a Nespresso é líder de mercado pelo marketing.

E o marketing, desde 2006, está fortemente associado ao George Clooney e sua personalidade, que combina elegância com humor autodepreciativo.

Funciona maravilhosamente bem para a marca.

Pense em como a IA pode automatizar a linha industrial para economizar recursos… e pode até gerar ideias e acelerar processos do time de marketing… mas quem realmente gera conexão e constrói a marca é o George Clooney.

Essa é a tese do Steven, e deveria se aplicar ao seu conteúdo.

Quando você traz a sua personalidade na sua linha editorial, sua audiência consegue se conectar mais profundamente, e se importará mais com aquilo que você vende.

Voltando ao post, podemos ver informações interessantes:

Em vez de só projetar o futuro com base nas suas expectativas, Steven traz uma informação do jornal The Financial Times que mostra a reatividade do público jovem sobre as redes sociais atualmente… e depois, aí sim, ele projeta sua visão de futuro.

Isso torna o argumento bem mais crível.

Na sequência, ele introduz a sua solução:

O projeto ‘steven.com’ é apresentado como uma continuação lógica da sua visão de mundo, atrelada diretamente ao que ele e sua equipe acreditam.

Foi um ótimo post para mostrar o propósito da marca.

E com esse propósito absolutamente claro, ele conseguiu avançar, no parágrafo seguinte, para uma descrição mais técnica e ‘pesada’ do seu projeto sem parecer apenas um vendedor fazendo um pitch.

Para encerrar, Steven dá um conselho:

A tese do post é ‘traduzida’ em uma provocação mais prática, mais aplicável, que o leitor consegue usar para examinar o próprio negócio.

Gênio.

E agora que você entendeu como o Steven Bartlett dobrou a média de todas as métricas com uma opinião, você também pode replicá-la. Para isso, confira o conteúdo do post original nesse link e use-o com o prompt abaixo:

## CONTEXTO
Você vai me ajudar a criar um post para o LinkedIn inspirado na estrutura do post abaixo. Não copie o conteúdo — replique apenas a arquitetura.

## POST DE REFERÊNCIA
[COLE O TEXTO COMPLETO DO POST AQUI]
[COLE AS IMAGENS DO POST AQUI]

## O QUE ESSE POST FAZ — E O QUE VOCÊ DEVE REPLICAR

**1. Tese contraintuitiva declarada no gancho**
O post abre anunciando uma posição que parece ir contra o senso comum — antes de qualquer argumento aparecer. A curiosidade não vem da promessa de um benefício, mas da vontade de entender o raciocínio por trás de uma posição inesperada. Você vai abrir com a sua tese mais contraintuitiva sobre o seu mercado — declarada com clareza, sem rodeios.

**2. Diagnóstico coletivo antes da prescrição**
Antes de apresentar o argumento, o post descreve o que o leitor já sente mas ainda não havia visto nomeado com precisão. O diagnóstico cria identificação antes de qualquer solução aparecer. Você vai descrever o sintoma coletivo que a sua tese resolve — na linguagem exata em que a sua audiência o vivencia, não na linguagem técnica em que você o analisa.

**3. Lógica econômica como estrutura do argumento**
O argumento central não é baseado em valores ou preferências — é baseado numa lei econômica simples: quando algo se torna abundante, o escasso se valoriza. Você vai construir o seu argumento sobre uma lógica objetiva que o leitor não consegue refutar, não sobre uma opinião que ele pode simplesmente discordar.

**4. Analogia que comprime o argumento central**
Uma frase que traduz o argumento inteiro em algo que qualquer pessoa entende sem explicação técnica — e que o leitor consegue carregar para outra conversa. Você vai encontrar a analogia mais simples e mais precisa para o argumento central do seu post. Se precisar de ajuda, me dê o argumento e eu sugiro opções.

**5. Dado externo como âncora de credibilidade**
Antes de apresentar a própria interpretação, o post cita uma fonte de credibilidade reconhecida que aponta na mesma direção. Você vai incluir um dado, pesquisa ou publicação que valide a direção do seu argumento — sem precisar que o dado prove a tese inteira, apenas que aponte para ela.

**6. Produto como conclusão natural da tese**
O produto ou serviço é apresentado não como pitch, mas como consequência lógica do argumento que foi construído antes. O leitor chega à mesma conclusão antes de ser convidado a agir. Você vai apresentar o que você oferece como a resposta natural para o problema que a tese identificou — sem mudar de tom ou de lógica.

**7. Prescrição como encerramento**
O post fecha com perguntas diretas ao leitor que ele precisa responder sobre si mesmo — não com uma conclusão fechada. Você vai encerrar com uma ou duas perguntas que transformem a tese em exercício prático para quem está lendo.

## COLETA DE INFORMAÇÕES
Antes de escrever, me faça as seguintes perguntas:

1. Qual é a sua tese mais contraintuitiva sobre o seu mercado — em uma frase direta?
2. Qual é o sintoma coletivo que a sua audiência já sente mas ainda não viu nomeado com precisão?
3. Qual é a lógica econômica ou objetiva por trás do seu argumento — algo que o leitor não consegue simplesmente discordar?
4. Qual é a analogia mais simples para o seu argumento central? Se não souber, me dê o argumento e eu sugiro opções.
5. Você tem um dado, pesquisa ou publicação de credibilidade que aponta na direção do seu argumento?
6. Qual é o produto ou serviço que você oferece — e como ele é a consequência natural da tese?
7. Quais são as duas perguntas que você quer deixar para o leitor responder sobre si mesmo?

*Ao terminar, me diga: "Para facilitar, responda por áudio."*

## REGRAS DE ESCRITA
- Gancho: tese contraintuitiva declarada — sem rodeio, sem contexto introdutório.
- Diagnóstico na linguagem do leitor — não na linguagem técnica do autor.
- Lógica econômica como estrutura — não opinião, não valor.
- Analogia em uma frase — simples o suficiente para ser carregada para outra conversa.
- Dado externo antes da interpretação — a fonte valida a direção, não a tese inteira.
- Produto como conclusão — sem mudança de tom ou de lógica.
- Encerramento com perguntas ao leitor — não com conclusão fechada.
- Tom direto e sóbrio. Sem superlativo desnecessário.

## ENTREGA
Apenas após minhas respostas, escreva o post completo pronto para publicar.

Se você aplicar essas ideias no seu próximo post, me envie uma mensagem. Quero ver o resultado, e se fizer sentido, te envio 3 variações para escalar ainda mais.

Analisei os últimos 27 posts da Mansi Jain até esbarrar em um que multiplicou sua média de comentários em 28 vezes ao distribuir um guia sobre DMs que geram boas respostas de potenciais clientes que nunca te viram antes.

Em números, a média dos posts da Mansi é de 91 reações, 56 comentários e 2 compartilhamentos. Esse post ‘obliterou’ a média de comentários.

  • 498 reações (razão de 5,50x).

  • 1.596 comentários (razão de 28,62x).

  • 4 compartilhamentos (razão de 1,63x).

A primeira linha do post aplica uma fórmula clássica de copywriting focada em dualidade (se isso, então aquilo):

Nesse caso, a dualidade é centrada em um problema e as possíveis causas desse problema. Para a audiência que sente essa frustração, é difícil ignorar esse conteúdo.

E a imagem do post traz uma comparação incrível:

Se o gancho textual já foi suficiente para gerar identificação, a imagem dramatiza ainda mais o problema com os prints do lado esquerdo… apresenta uma solução com os prints do lado direito… e inclui um CTA para receber um guia.

O leitor nem precisa continuar lendo para querer comentar.

Esse é o poder de uma demonstração dramática.

E as maiores marcas do mundo também usam essa técnica: quando a Apple lançou a campanha ‘Get a Mac’ em 2006, o formato era radicalmente simples.

Os anúncios mostravam dois personagens, lado a lado, com um fundo branco para não distrair a atenção das pessoas sobre o que realmente importa, ou seja, o contraste entre quem usa um PC… e quem usa um Mac.

As vendas da Apple cresceram em 39% naquele ano.

E nos próximos 3 anos, sua fatia de mercado cresceu de 5% para 23%.

O post da Mansi usa o mesmo princípio de comparação, e você também deveria usar imagens básicas que dramatizam o resultado do seu produto/serviço.

Para quem voltou para o texto, ela entrega uma lista de motivos:

É um checklist de cinco bullets que descrevem erros específicos que o leitor pode identificar na própria rotina. O diagnóstico está feito, mas não há soluções.

E justamente nesse cenário, a Mansi faz o pitch:

Em vez de chamar o lead magnet por algum nome ‘perfumado’ pelo time de marketing, ela segue outro caminho igualmente eficiente: descrever sua estrutura.

Nesse caso, é um guia de 50+ páginas.

Poderia ser uma apresentação com 46 frameworks.

Assim como poderia ser um mini-treinamento de 12 minutos.

No seu próximo lead magnet, considere descrever sua estrutura com precisão para ver o que acontece. A sua audiência pode responder melhor.

Mansi ainda inclui 3 bullet points curtos de benefícios e encerra o post com o pedido da palavra-chave e algumas hashtags do nicho.

Fez o básico, bem feito, que funciona.

Então, agora que você entendeu a estrutura que a Mansi Jain usou para gerar 1.596 comentários com leads qualificados, você também pode replicá-la. Para isso, confira o conteúdo do post original nesse link e use-o com o prompt abaixo:

## CONTEXTO
Você vai me ajudar a criar um post de conversão para o LinkedIn inspirado na estrutura do post abaixo. Não copie o conteúdo — replique apenas a arquitetura.

## POST DE REFERÊNCIA
[COLE O TEXTO COMPLETO DO POST AQUI]
[COLE A IMAGEM DO POST AQUI]

## O QUE ESSE POST FAZ — E O QUE VOCÊ DEVE REPLICAR

**1. Gancho por diagnóstico de falha**
O post abre nomeando um problema que o leitor já vivencia — antes de apresentar qualquer causa ou solução. A promessa implícita é que o post vai explicar o que está errado, não o que fazer. Você vai abrir com uma frase que nomeia a falha que a sua audiência já reconhece como sua — com precisão suficiente para que o leitor sinta que foi descrito antes de ser instruído.

**2. Lista de causas como espelho do leitor**
Cinco bullets que descrevem os erros mais comuns — cada um funcionando como um espelho onde o leitor pode se reconhecer sem precisar de explicação adicional. A lista não julga nem dramatiza: nomeia com precisão e segue em frente. Você vai listar as causas do problema em bullets específicos e não julgamentais — na ordem em que o leitor as reconhece, não na ordem em que você as analisa.

**3. Imagem de contraste como argumento central**
A imagem mostra dois lados do mesmo processo — resultado ruim à esquerda, resultado bom à direita — com evidência real. O leitor tira a conclusão sozinho antes de precisar ser convencido. Você vai criar ou capturar uma imagem que mostre o contraste entre o resultado sem o seu método e o resultado com ele — usando prints reais, não mockups ou ilustrações.

**4. Entregável com volume declarado antes do CTA**
O guia é apresentado com número concreto de páginas antes do pedido de ação — criando percepção de valor que justifica o comentário. Você vai declarar o tamanho ou a profundidade do seu entregável antes de pedir qualquer ação ao leitor.

**5. CTA direto com fricção mínima**
Comentar uma palavra e enviar conexão se ainda não estiverem conectados. Dois passos simples apresentados sem urgência artificial. Você vai definir a palavra que quer que as pessoas comentem e garantir que o CTA venha depois de todo o argumento ter sido construído.

## COLETA DE INFORMAÇÕES
Antes de escrever, me faça as seguintes perguntas:

1. Qual é o problema específico que a sua audiência já vivencia — em uma frase direta?
2. Quais são as cinco causas mais comuns desse problema — na ordem em que o leitor as reconhece?
3. Você tem prints reais que mostrem o contraste entre o resultado sem o seu método e o resultado com ele? Se não tiver, me descreva o que seria possível capturar.
4. Qual é o seu entregável — e qual é o volume concreto dele em páginas, itens ou componentes?
5. Qual palavra você quer que as pessoas comentem para receber o acesso?

*Ao terminar, me diga: "Para facilitar, responda por áudio."*

## REGRAS DE ESCRITA
- Gancho: problema nomeado com precisão — sem argumento, sem contexto introdutório.
- Bullets de causas: específicos e não julgamentais — mínimo cinco itens.
- Imagem de contraste: prints reais, dois lados visíveis, legenda curta se necessário.
- Volume do entregável declarado antes do CTA — número concreto obrigatório.
- CTA em dois passos: comentar palavra + enviar conexão.
- Tom direto e sóbrio. Sem superlativo desnecessário.

## ENTREGA
Apenas após minhas respostas, escreva o post completo pronto para publicar.

Se você aplicar essas ideias no seu próximo post, me envie uma mensagem. Quero ver o resultado, e se fizer sentido, te envio 3 variações para escalar ainda mais.

Se você gostou dos frameworks dessa edição, saiba que fazem parte de uma base com mais de 18.000 posts validados no LinkedIn.

As técnicas para escalar sua construção de audiência são quase infinitas… e se isso te interessa, te convido a conhecer os três passos do Projeto de Aceleração.

1. Universo de Marca: vou mapear os atributos da sua marca pessoal, desde a narrativa, a estética e o vocabulário, até os pilares de conteúdo.

Quando tivermos clareza sobre os atributos acima, vou cruzá-los com a base de 18.000 posts validados para gerar conteúdos virais e lucrativos sob medida. Então, poderemos avançar para o próximo passo:

2. Arquitetura de Receita: vamos distribuir seu conteúdo numa engrenagem completa de atração, nutrição e monetização que reduz o CAC e aumenta o LTV.

E uma vez que essa engrenagem estiver funcionando, nós teremos tudo para escalar seus resultados no próximo passo:

3. Sistema Preditivo: vou instalar um sistema automático de análise que acompanha mais de 12 pontos de dados de cada post do seu perfil para identificar os padrões, eliminar o que não funciona e amplificar o que funciona.

É nesse último passo que a ‘mágica’ acontece, porque vamos acumular dados que tornam o sistema cada vez mais preciso a cada semana que passa. Para saber mais, pressione o botão abaixo e me conta qual é o seu momento no LinkedIn.

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